
vamos falar sobre a banda bullet for my valentine
conhecer sua história e muito mais a seguinte :Formada em 1998, O Bullet for My Valentine começava a carreira fazendo covers do Metallica, Limp Bizkit e Nirvana. Lançaram seu primeiro EP, o Bullet For My Valentine, em 15 de novembro de 2004 no Reino Unido e, em 30 de novembro do mesmo ano, nos EUA. O segundo EP, o Hand of Blood, saiu em Agosto de 2005 nos EUA. Foi feito um videoclipe da música Hand of Blood para promover seus dois EP's.
Em março do mesmo ano foi lançado 4 Words (To Choke Upon), que foi limitado em apenas mil cópias. O mesmo se esgotou no dia do lançamento e nenhuma outra cópia foi feita. Em outubro lançaram o The Poison, primeiro álbum de estúdio. Seu primeiro single foi Suffocating Under Words of Sorrow (What Can I Do). Esse mesmo Albúm só saiu no EUA em 2006.
A música 4 Words (To Choke Upon) foi usada no jogo NHL '06 e Madden NFL '06, da EA Sports. Hand of Blood foi usada no Need for Speed: Most Wanted e no Burnout Revenge. Em ambos, o segundo verso da música foi editado pelo seu conteúdo ("Soaked in red for what she said" - em tradução livre: "Afogada em sangue pelo que ela disse"). Já está prometido um novo álbum de Estúdio, sendo que suas gravações provavelmente começarão no final do ano. Também lançaram como single Tears dont Fall e All these things I Hate.
O Bullet já tocou no Warped Tour de 2006 com Eighteen Visions, Avenged Sevenfold, Escape The Fate e depois tocaram com as lendas do Heavy Metal, Iron Maiden e Metallica. No dia 28 de janeiro de 2008 lançaram o seu último álbum, "Scream Aim Fire", no qual se nota uma certa evolução na música da banda.
isso foi para todos os fães de bullet for my valentine e tem mais em 2004:
Revolver: O sucesso de “The Poison” o levou a se sentir mais confiante no estúdio desta vez?
Tuck: "O estúdio é sempre um local relaxante para nós. É onde nos sentimos mais criativos e onde brilhamos como escritores de música. Todas as pequenas coisas aparecem na estrada, mas é no estúdio que todos estes ingredientes criativos simplesmente surgem. Tivemos magnificência desta vez, assim como não chegamos a não saber o que fazer. Pudemos nos concentrar de fato, e se não estivéssemos felizes, começávamos de novo. Era aí que entrava o Colin (Richardson, produtor), porque confiamos muito nele".
Revolver: Foi tranquilo trabalhar com Colin novamente?
Tuck: "Totalmente. Ele capta o que estamos fazendo, o que queremos alcançar e a maneira que queremos que soe. Mesmo quando as coisas não estavam boas para minha voz e ficamos no estúdio por três semanas sem que uma palavra sequer tenha sido gravada no ProTools, não havia pessimismo. Ele nunca ficou frustrado. Ele simplesmente falava 'sem preocupações – faremos uma pausa por algumas semanas e voltaremos'. Ele manteve a união quando as coisas estavam ficando feias".
Revolver: Uma vantagem da turnê do “The Poison” foram as datas com bandas de Metal mais antigas, tradicionais. Isso animou vocês?
Tuck: "Sim, significou muito para nós. É algo que você nunca imagina quando entra numa banda sendo um adolescente e olha para essas pessoas como deuses. Só de saber que eles sabem quem somos já é fantástico. Ainda é difícil acreditar que fizemos algo do tipo. Eles nos conhecem pessoalmente e nos chamam pelos nossos nomes".
Revolver: Como isso mudou suas concepções sobre quem ou o que é um Rock Star?
Tuck: "Pudemos observar o que fazer e o que não fazer quando chegar a este nível. Quando estivemos em turnê com o GUNS N' ROSES, aquilo foi um grande exemplo de como não agir numa turnê. Com o Iron Maiden e o METALLICA foi o oposto. Eles nos fizeram sentir bem-vindos, e tudo o que queríamos eles se sentiam mais do que felizes de nos proporcionar. Foi legal ver que embora tenham se estabelecido como mitos, deuses, quando você está cara a cara com eles num quarto, são pessoas comuns, É inspirador ver que nossos heróis não eram uns imbecis".
Revolver: "Algo que une apresentações como as do Metallica e GUNS N´ ROSES é que eles tocam para públicos incrivelmente variados. Não são apenas crianças que sabem tudo que se deve saber sobre a história do Metal. Esse tipo de coisa te atrai?
Tuck: "Isso seria legal, sim. Tivemos oportunidade de experimentar algo parecido, que foi tocar para pessoas que realmente não entendem as tendências do Metal moderno. A experiência com o MAIDEN, por exemplo. Lá estavam sujeitos de 40, 50 anos de idade com cabeleiras e jaquetas jeans! Foi muito louco ver como algumas pessoas estão fora de sintonia com o Rock moderno".
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